Blended learning na educação corporativa: como aplicar o formato?
O objetivo é ver colaboradores aprendendo sem bocejo? Então, RH, nada de complicar o fácil: você precisa aplicar blended learning na educação corporativa!
Se tem uma coisa que a gente aprendeu com o passar dos anos é que as pessoas são diferentes, gostam de coisas diferentes e aprendem, obviamente, de um jeito diferente.
Na escola, crescemos com a ideia de que o mesmo método funciona para todos do grupo, e que cada aluno alcançará o seu desempenho e nota máxima a partir desse modelo tradicional de ensino. Mas, conforme fomos crescendo, vimos que a coisa não funciona dessa forma — e as empresas também viram isso.
Desde que as organizações começaram a investir em educação corporativa, isso já há alguns anos, a proposta de ensinar os colaboradores era praticamente a mesma que a das escolas: educá-los com conteúdos padronizados num mesmo formato.
Agora, com uma maior clareza sobre as diferenças individuais de aprendizado, métodos “novos” têm sido aplicados para desenvolver todos os perfis de talentos. Uma dessas metodologias é o blended learning, estratégia que vem sendo falada já há algum tempo, mas que ainda não está no radar de todos os RHs.
Blended learning na educação corporativa: que negócio é esse?
O blended learning, também conhecido como ensino híbrido ou educação híbrida, é uma metodologia de aprendizado que consiste em “casar” o que existe de melhor em treinamento presencial e a distância.
Na educação corporativa, funciona praticamente dessa forma:
Ao invés do RH estruturar uma jornada de aprendizado que contém apenas elementos presenciais, como workshops, dinâmicas de grupo e palestras, ela diversifica o cardápio de ensino com recursos online, como vídeos curtos, e-books e testes gamificados.
A ideia com essa diversificação de formatos é tornar o ensino mais interessante para agradar a todos os colaboradores (daquele que gosta de um bate-papo prático em sala até aquele que prefere um conteúdo digital rápido e objetivo), e também facilitar o acesso e retenção dos conteúdos — já que, no formato offline, as pessoas podem voltar ao material quando quiserem enquanto tomam um cafezinho ou revisam antes de dormir.
“E como dá para aplicar o blended learning na educação corporativa?”
Aplicar o blended learning na educação corporativa é muito mais fácil do que as pessoas imaginam — e talvez esteja aí o motivo de não entendermos o porquê dos RHs não terem aplicado ainda (hehe).
Primeiro, o time deve mapear os perfis de colaboradores e entender um pouco mais sobre suas preferências de aprendizado, para, em seguida, seguir essas etapas aqui:
🎯 Decidir onde queremos chegar
A primeira missão é escolhermos o ponto final dessa jornada: o que queremos ver de diferente nos nossos talentos depois do treinamento? Mais técnica? Mais jogo de cintura? Líderes preparados pra qualquer treta?
Se tivermos o objetivo claro, já vamos saber o que vale a pena ser feito no presencial, o que pode ficar no online e como cada pedaço da jornada irá se conectar.
⚖️ Equilibrar os pratos sem deixar cair
O charme do blended learning é que ele não pesa a mão em nenhum dos lados. Só presencial? Caro e cansativo. Só online? Vira aquele curso que o colaborador abre no celular e nunca termina.
O segredo realmente está no mix, que vai dar ritmo e manter a galera engajada. Por isso, vale separar bem os conteúdos que realmente têm sentido ser no off e quais podem ser consumidos no formato digital/online.
💻 Usar tech que não dá dor de cabeça
Se o colaborador precisa de três tutoriais no YouTube só pra entrar na plataforma de ensino, esquece. A tecnologia tem que ser invisível, quase como se já fizesse parte da rotina.
Quanto mais fácil for para o colaborador clicar e aprender, maior a chance dele embarcar na jornada de ensino e sentir prazer em consumir os conteúdos.
📊 Espiar os números e ajustar a rota
Treinamento não é receita de cupcake que você faz uma vez e pronto. É mais um experimento científico onde a gente testa, mede e ajusta.
Se ninguém terminou o curso online, por exemplo, talvez o formato esteja muito chato. Se o presencial bombou, pode ser que valha a pena repetir em outras áreas. Olhar pros números vai nos ajudar a ter essa visão.
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Vai aplicar o formato? Foco nesses pontos de atenção!
Claro que, assim como outras metodologias de ensino, precisamos prestar atenção em algumas coisinhas durante a implementação do blended learning na educação corporativa.
O super time da YouRH fez um levantamento desses pontos:
- Não sobrecarregar os colaboradores com excesso de conteúdos online e presenciais ao mesmo tempo pra não gerar aquela sensação de esgotamento;
- Garantir que a tecnologia usada para ensina seja de fácil acesso e não vire um impeditivo — alô, YouEDUCA;
- Adaptar a linguagem dos materiais para diferentes perfis, afinal não adianta falar difícil se o público não entende;
- Acompanhar constantemente os indicadores para ajustar a metodologia sempre que necessário;
- Envolver gestores e líderes como apoiadores, para que a equipe veja o blended learning como prioridade e não só “mais uma tarefa”;
- Dar espaço para feedback dos colaboradores, porque eles são os primeiros a sentir se o formato tá funcionando ou não;
- Manter os conteúdos atualizados, já que ninguém merece aprender com exemplos que pararam no tempo.
A gente sabe que, sempre que o assunto é treinar e desenvolver talentos, bate aquela insegurança sobre como conduzir a jornada. Mas, ó, não precisa de todo esse stress e dor de cabeça, ok? Com o YouEDUCA, o seu RH consegue aplicar o blended learning na educação corporativa, planejando todos os conteúdos off e on de um jeito facinho.
Vem conhecer? Quero o YouEDUCA